
Arlette Marques, uma angolana residente em Portugal desde a década de 80, surpreende-nos pelo que não é óbvio.
Efectivamente, a sua pintura é atípica do que consideramos ser “pintura africana”, porque a sua estética dá à arte que representa uma dimensão universalista que a faz saltar das paredes redutoras de um continente ou região.
E surpreende-nos, ainda mais, pela circunstância de ser assumidamente autodidacta – o que enfatiza sobremaneira o seu absoluto domínio da técnica»
Maurice Grassé
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